sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
obituário de quatro patas
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
preciso fazer uma confissão,
caso já não seja de consentimento público: sou extremamente egoísta.
e extremamente consciente do meu extremo egoísmo.
ele não me domina em tempo integral, mas quando se faz sentir,
me enche de uma certeza cega de possessividade
em relação a tudo e todos que algum dia já estiveram
ao alcance do meu apego.
como egoísta convicta, não suporto a idéia de dividir.
não me julgue da maneira errada (não me julgue de qualquer maneira!)
juro que não sou movida à maldade.
apenas tenho uma vontade imensurável de que as pessoas coisas
e idéias sejam exclusivamente minhas!
talvez isso justifique o meu ciúme, um tanto quanto doentio...
caso já não seja de consentimento público: sou extremamente egoísta.
e extremamente consciente do meu extremo egoísmo.
ele não me domina em tempo integral, mas quando se faz sentir,
me enche de uma certeza cega de possessividade
em relação a tudo e todos que algum dia já estiveram
ao alcance do meu apego.
como egoísta convicta, não suporto a idéia de dividir.
não me julgue da maneira errada (não me julgue de qualquer maneira!)
juro que não sou movida à maldade.
apenas tenho uma vontade imensurável de que as pessoas coisas
e idéias sejam exclusivamente minhas!
talvez isso justifique o meu ciúme, um tanto quanto doentio...
meu roqueiro no além
domingo, 20 de dezembro de 2009
05:15 am
enquanto tu toma banho, eu não consigo parar.
ouvindo aquele barulho de chuveiro ando de um lado para outro,
penso em tentar não pensar em nada que me faça querer
te tirar daquele banho aos socos.
-nati?
te olho pela fresta do box, sorrindo pra mim com a água
escorrendo pelo corpo.
e me esqueço o quanto queria te matar a um segundo atrás.
odeio quando teu sorriso me desarma desse jeito.
queria te abraçar forte, te dizer que tu quase me matou
de preocupação! que eu to feliz por te ter aqui inteirinho...
ouvindo aquele barulho de chuveiro ando de um lado para outro,
penso em tentar não pensar em nada que me faça querer
te tirar daquele banho aos socos.
-nati?
te olho pela fresta do box, sorrindo pra mim com a água
escorrendo pelo corpo.
e me esqueço o quanto queria te matar a um segundo atrás.
odeio quando teu sorriso me desarma desse jeito.
queria te abraçar forte, te dizer que tu quase me matou
de preocupação! que eu to feliz por te ter aqui inteirinho...
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
não é?

Quando se pensa que nada mais tem solução, uma saída é acreditar que se algo tão incrível quanto o amor do John pela Yoko já existiu, algo reservado pra você existe também. ;)
A foto por Annie Leibovitz que foi capa da revista Rolling Stone, em 1981, ganhou nova versão. A imagem de John Lennon e Yoko Ono, feita poucas horas antes do assassinato do Beatle, foi reencenada por Sean Lennon, de 33 anos, e sua namorada, a modelo Kemp Muhl, de 22.
O filho de Lenon e Yoko reprisa a cena tomando o lugar da mãe no remake feito pelo fotógrafo Terry Richardson para a revista francesa Purple.
te deixar livre assim é como eu consegui mostrar que eu te amo tanto, tanto que sou capaz de te deixar ir e voltar. não posso cobrar, na verdade nem pedir que me entenda. já me coloquei no seu lugar e vi que eu também não aceitaria, não entenderia. esse foi o único modo de mostrar que eu confio demais em nós. peço só pra que confie em mim, acredite em tudo que eu falo e em tudo que a gente passo até chegarmos de volta ao ponto de partida, esse maldito verão. quando tudo isso passar e você voltar eu ainda estarei aqui.
domingo, 13 de dezembro de 2009
noites assim!
sábado, 12 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
que você tenha tido um derrame,
uma anorexia nervosa, uma falta súbita de memória,
que tenha tido suores noturnos,
taquicardia, febre, envenenamento,
que tenha tido trombose, hemorragia,
peneumunia dupla,
que tenha tido tudo isso ao mesmo tempo,
um glaucoma, uma tuberculose,
uma perfuração no abdômen.
sou muito legal mais não aceito qualquer desculpa.
ggggggggrrrrrrrrrrrrrrr!
-martha madeiros-
uma anorexia nervosa, uma falta súbita de memória,
que tenha tido suores noturnos,
taquicardia, febre, envenenamento,
que tenha tido trombose, hemorragia,
peneumunia dupla,
que tenha tido tudo isso ao mesmo tempo,
um glaucoma, uma tuberculose,
uma perfuração no abdômen.
sou muito legal mais não aceito qualquer desculpa.
ggggggggrrrrrrrrrrrrrrr!
-martha madeiros-
domingo, 6 de dezembro de 2009
não há nada que eu goste mais do que
seu corpo colado no meu. é inevitável, nunca consigo fugir dos seus braços,
nunca consigo não querer outro beijo seu.
todas as noites quero te ter aqui me abraçando enquanto
procuro algo na televisão para não assistirmos.
quero continuar a planejar nossas futuras rotinas,
quero continuar a não encontrar nossas roupas, e
reclamar de você ainda estar de meia.
seu corpo colado no meu. é inevitável, nunca consigo fugir dos seus braços,
nunca consigo não querer outro beijo seu.
todas as noites quero te ter aqui me abraçando enquanto
procuro algo na televisão para não assistirmos.
quero continuar a planejar nossas futuras rotinas,
quero continuar a não encontrar nossas roupas, e
reclamar de você ainda estar de meia.
paranóia
Eu sei tu já me disse que não é para trocar o certo pelo incerto. eu sei, já conversamos tanto sobre essas coisas e mesmo que o "incerto" seja assim, lindo e com olho verde tenho que manter a cabeça no lugar. pensar na vida e não em uma noite. respondendo a pergunta, eu sou feliz assim, até mais que feliz... mas as vezes, ser feliz é um tédio!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
sempre nós
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
e se tudo der errado?
Um ponto importante, crucial. É fundamental entender as razões, principalmente as próprias razões para tamanhos delírios. Analisar cada passo que dei, verificar e compreender as insinuações, os esquemas.Cada ação é justificável, assim como o desconforto e o prazer. Sensíveis ou não. As dúvidas de agora estão bem fundadas no passado, mas lembrar está cada vez mais difícil, esqueço facilmente de tudo. Lembranças tão claras e visíveis, desaparecem e reaparecem sem serem chamadas e é com assombro que me questiono, será apenas alguma outra história de minha imaginação? O que é real e o que não é? Mas que tipo de pergunta é essa?A realidade é óbvia e eu a vejo, sinto. A imaginação não, evidentemente pode ser sentida, mas a linha que separa o concreto da nuvem não é tênue. É gigantesca, e não tem propósito meu medo, minha insegurança. Certamente estou muito ciente, consciente e em total domínio de minhas capacidades intelectuais. Já esqueço a pergunta, a principal...
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
essa loucura por você esta me enlouquecendo, desculpa mais ainda por não ter coragem de te dizer isso e vir aqui escrever e pedir indiretamente que você leia. mais eu sou assim péssima com as pessoas, péssima com as palavras, péssima para o amor.
eu tentei não sei... te enganar, enganar os outros... mais me enganar não da!
e é por você, por mais dificil que seja, e se não for eu pra você e você pra mim; que não sejamos nada.
talvez eu seja só uma etapa na tua vida, e tu uma etapa na minha, talvez no próximo ano eu vou contar sobre você para o meu 'mais novo amor', rindo de histórias atrapalhadas que só nós sabemos viver, enquanto você corre atrazado para a aula, porque você precisa ver também o seu 'mais novo amor'.
eu tentei não sei... te enganar, enganar os outros... mais me enganar não da!
e é por você, por mais dificil que seja, e se não for eu pra você e você pra mim; que não sejamos nada.
talvez eu seja só uma etapa na tua vida, e tu uma etapa na minha, talvez no próximo ano eu vou contar sobre você para o meu 'mais novo amor', rindo de histórias atrapalhadas que só nós sabemos viver, enquanto você corre atrazado para a aula, porque você precisa ver também o seu 'mais novo amor'.
domingo, 22 de novembro de 2009
start the game
frio-coberta-suor-mãos-sorriso
cigarro-pernas-cabelo-beijo
calor-cheiro-mordida-arrepio
risadas-música-preguiça-sono.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
breve
milk
terça-feira, 17 de novembro de 2009
8h15min
Oito horas e quinze minutos da manhã. Esse era o horário que os relógios marcavam em Hiroshima quando a primeira bomba atômica explodiu, em 6 de agosto de 1945. Ao todo, 210 mil mortos e um número incalculável de feridos.
Oito horas e quinze minutos da manhã de um dia qualquer. Saio de casa e, antes mesmo de virar a esquina, vejo meninos pedindo dinheiro na rua.
Oito horas e quinze minutos. Escuto uma freada de carro. Urros e vozes masculinas discutindo para achar o culpado do acidente que causa um congestionamento de muitos quilômetros.
Oito horas e quinze minutos. Uma menina de apenas 14 anos joga-se da janela do seu apartamento, a 20 metros do chão. A multidão observa curiosa, e alguém chama uma ambulância.
Oito horas e quinze minutos. Um casal de namorados discute. A mulher chora, desespera-se. O homem a acusa, grita palavras rudes.
Oito horas e quinze minutos. Uma jovem esbarra em um senhor, que ignora seu pedido de desculpas e reclama da falta de educação desses adolescentes. O sorriso dela transforma-se rapidamente em um olhar cheio de rancor.
Oito horas e quinze minutos. Acontece o tempo todo, todos os dias.
As crianças aprendem no colégio a história da Segunda Guerra Mundial, mas raramente refletem sobre ela. Não pensam nas reais causas da guerra, em como foi possível tamanha desumanidade. Não pensam na aproximação dos horrores cometidos em tempos difíceis com os pequenos atos de grosseria que exercemos todos os dias. Não só as crianças não pensam nisso, como os adultos também não.
Jogar a bomba sobre o Japão, forçando o país a se render, é a catarse de um processo muito maior. É o resultado final da falta de preocupação com os outros.
Se não achamos um absurdo fechar o vidro do carro no sinal, para não termos que olhar os moradores de rua, como podemos julgar um país que mata milhões de pessoas inocentes por um motivo besta?
No fim das contas, tem tudo a mesma lógica.
trabalho: segunda guerra mundial
Faça amor, não guerra
Oito horas e quinze minutos da manhã de um dia qualquer. Saio de casa e, antes mesmo de virar a esquina, vejo meninos pedindo dinheiro na rua.
Oito horas e quinze minutos. Escuto uma freada de carro. Urros e vozes masculinas discutindo para achar o culpado do acidente que causa um congestionamento de muitos quilômetros.
Oito horas e quinze minutos. Uma menina de apenas 14 anos joga-se da janela do seu apartamento, a 20 metros do chão. A multidão observa curiosa, e alguém chama uma ambulância.
Oito horas e quinze minutos. Um casal de namorados discute. A mulher chora, desespera-se. O homem a acusa, grita palavras rudes.
Oito horas e quinze minutos. Uma jovem esbarra em um senhor, que ignora seu pedido de desculpas e reclama da falta de educação desses adolescentes. O sorriso dela transforma-se rapidamente em um olhar cheio de rancor.
Oito horas e quinze minutos. Acontece o tempo todo, todos os dias.
As crianças aprendem no colégio a história da Segunda Guerra Mundial, mas raramente refletem sobre ela. Não pensam nas reais causas da guerra, em como foi possível tamanha desumanidade. Não pensam na aproximação dos horrores cometidos em tempos difíceis com os pequenos atos de grosseria que exercemos todos os dias. Não só as crianças não pensam nisso, como os adultos também não.
Jogar a bomba sobre o Japão, forçando o país a se render, é a catarse de um processo muito maior. É o resultado final da falta de preocupação com os outros.
Se não achamos um absurdo fechar o vidro do carro no sinal, para não termos que olhar os moradores de rua, como podemos julgar um país que mata milhões de pessoas inocentes por um motivo besta?
No fim das contas, tem tudo a mesma lógica.
trabalho: segunda guerra mundial
Faça amor, não guerra
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
:D
Essa indiferença não me espanta mais, até acho útil...
Passei a não me importar mais com pensamentos alheios, me tornei alheia aos meus pensamentos.
Nem dor, nem saudade, nem alegria...
não sinto mais a tua respiração antes de dormir.
e nem quero outra vez sentir.
Sentimentalismo para quem precisa usa-lo...
Seja pro que for, eu não quero.O que se sente não precisa ser posto em palavras que formam frases clichês só para ser entendido. Quem ama, ama e ponto. ama num olhar num abraço num aperto. Quem ama por inteiro se faz entender um gesto , ou até no silêncio.
O frio ama tanto quanto o explicito. Ama por completo, mas por dentro, sentimentalismo sufoca. Amamos com a cabeça, não só com o coração. O coração é egoísta e exige de volta tudo o que oferece, mesmo que por esmola. A consciência cala e ama enquanto houver reciprocidade espontânea.
sábado, 14 de novembro de 2009
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