segunda-feira, 26 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
não aguento mais assistir a mídia assoprar velinhas para o world trade center a cada 11 de setembro. a televisão não transmite documentários sobre hiroshima no dia 6 de agosto - o que, cá entre nós, é de uma ironia ímpar. vamos brincar de relembrar o dia em que os EUA assassinaram covardemente 200 mil pessoas? claro que nao.
pois não quero ver fotos de antes e depois do atentado sob a ótica da grande estátua da liberdade. nada disso me comove pelo simples fato de não ter mais cabimento. eu quero ler a manchete: hoje um menino descalço vendeu bala halls no sinal de trânsito. fome dói. duas por 1 real, tia!
pois não quero ver fotos de antes e depois do atentado sob a ótica da grande estátua da liberdade. nada disso me comove pelo simples fato de não ter mais cabimento. eu quero ler a manchete: hoje um menino descalço vendeu bala halls no sinal de trânsito. fome dói. duas por 1 real, tia!
diversas vezes tenho vontade de jogar do alto do prédio,do quinto andar, tudo aquilo que restou.
diversas vezes tenho vontade de falar às pessoas tudo o que eu penso delas,de dizer na cara as verdades enxergadas.
diversas noites tenho vontade de vomitar o jantar,de gritar, de chorar, de abraçar alguém bem forte.
diversas vezes tenho nojo quero me lavar, me despir dos problemas, me anular por algumas horas.
diversos dias me encontro em completo desespero,deitada no chão da cozinha, gelado,sentindo o próprio pulsar.
diversas serão as vezes que será preciso um recomeço,aprender de novo a sentir todos os prazeres
e todas as dores.
diversas vezes tenho vontade de falar às pessoas tudo o que eu penso delas,de dizer na cara as verdades enxergadas.
diversas noites tenho vontade de vomitar o jantar,de gritar, de chorar, de abraçar alguém bem forte.
diversas vezes tenho nojo quero me lavar, me despir dos problemas, me anular por algumas horas.
diversos dias me encontro em completo desespero,deitada no chão da cozinha, gelado,sentindo o próprio pulsar.
diversas serão as vezes que será preciso um recomeço,aprender de novo a sentir todos os prazeres
e todas as dores.
ok!
buscar o bem dos outros em detrimento do seu, é fazer-se desaparecer, adoecer e morrer em sua mente problemática, e aparecer para estes outros (aos quais achava que fazia bem, ou ao menos procurava fazer o bem) como megalomaníaco, com complexo messiânico e, surpreendentemente, ainda sim, egoísta.
(loucura é refletir sobre o refletir, ontologicamente e não empiricamente, e na [mesma] loucura que é tentar ser, aparentar ser, ser visto como e se ver como, buscar fazer o bem aos outros, nada mais é do que buscar satisfazer-se, plenamente.)
(loucura é refletir sobre o refletir, ontologicamente e não empiricamente, e na [mesma] loucura que é tentar ser, aparentar ser, ser visto como e se ver como, buscar fazer o bem aos outros, nada mais é do que buscar satisfazer-se, plenamente.)
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
'Cientistas dos EUA usaram como cobaias 5500 pessoas da Guatemala em experiências levadas a cabo entre 1946 e 1948.experiências em pessoas com algum tipo de deficiência,com prisioneiros e prostitutas. tais experimentos incluíam injetar o vírus da hepatite em pacientes com problemas mentais em Connecticut, espirrar o vírus de uma gripe pandêmica nos prisioneiros em Maryland e introduzir células cancerosas em pacientes cronicamente doentes. Muitas dessas histórias horríveis têm entre 40 e 80 anos, mas foram o pano de fundo de uma reunião realizada em Washington recentemente por uma comissão presidencial de bioética. A decisão foi tomada depois de um pedido de desculpas do governo, feito no outono do ano passado (no hemisfério norte) pelo fato de médicos federais dos EUA terem infectado prisioneiros e pacientes com doenças mentais na Guatemala com a bactéria da sífilis 65 anos atrás.'
"Mas eu vejo que está errado porque é contra a sociedade. Todos têm direito a viver e ser felizes sem serem batidos e anavalhados. (Alex)"
Laranja mecânica; Stanley Kubrick
mas conselho de verdade é o de tentar extrapolar seu contexto, sempre seguindo rumo ao que lhe acrescenta. alguém que, condicionado às piores situações imagináveis, age em desconformidade com isso e faz a coisa certa é, definitivamente, uma pessoa dona de caráter especialíssimo e digno de (pelo menos a minha) admiração.
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