EU TE AMO NATÁLIA!
- gabi
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
pacífica loucura . fomos educados, castrados, domesticados: quantas porções de vegetais, nenhuma porção de gordura, não gritar de felicidade ou infelicidade. aliás, não sentir felicidade ou infelicidade . não comer alface sem antes esterilizá-la. não amar na frente dos outros. nossa loucura foi consumida, extinta, e nós engolimos toda essa sanidade como quem engole um tapa na cara - e acreditamos que a escolha foi nossa.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
efeito felicidade
se alguém me perguntar hoje se sou feliz, responderei que sim. mas aqui vamos falar de felicidade, felicidade sendo vista como período de tempo em que somos demaseadamente felizes ou existam situações/pessoas que nos fazem mais felizes. entendo que nem sempre a vida vai andar muitissimo bem... mas mesmo assim, não há motivos para deixarmos de sermos felizes de verdade. e o melhor, é que realmente as melhores coisas da vida são de graça mas muitas vezes, para não dizer a maioria das vezes, a gente não consegue enxergar. esquecemos o como é bom acorda com quem se ama. outras pequenas felicidades que passam quase despercebidas pela correria do dia.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
tu tem razão em tuas rabugices, cá entre nós. é tudo uma grande babaquice, um teatro mal ensaiado do caralho.
a vida tá parecendo um boquete sujo mal-feito por uma puta sem um peito em um quarto fedorento, essa agonia estranha me consome, ansiedade; uma espera por qualquer coisa que não sei se vem.
a gente tem que ter, que fazer, que ser.
então eu tomo uns goles de conhaque e deixo tudo pra amanhã.
a gente tem que ter, que fazer, que ser.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
que? oO
sabia que no raio de schwarzschild de um buraco negro a luz faz curvas? dá pra cortar o próprio cabelo sem precisar de espelho (isso na hipótese de você não ter sido destruído antes, claro).
[multiplicando por mil meus (quase inexistentes) conhecimentos de física.]
oi?
[multiplicando por mil meus (quase inexistentes) conhecimentos de física.]
oi?
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
não aguento mais assistir a mídia assoprar velinhas para o world trade center a cada 11 de setembro. a televisão não transmite documentários sobre hiroshima no dia 6 de agosto - o que, cá entre nós, é de uma ironia ímpar. vamos brincar de relembrar o dia em que os EUA assassinaram covardemente 200 mil pessoas? claro que nao.
pois não quero ver fotos de antes e depois do atentado sob a ótica da grande estátua da liberdade. nada disso me comove pelo simples fato de não ter mais cabimento. eu quero ler a manchete: hoje um menino descalço vendeu bala halls no sinal de trânsito. fome dói. duas por 1 real, tia!
pois não quero ver fotos de antes e depois do atentado sob a ótica da grande estátua da liberdade. nada disso me comove pelo simples fato de não ter mais cabimento. eu quero ler a manchete: hoje um menino descalço vendeu bala halls no sinal de trânsito. fome dói. duas por 1 real, tia!
diversas vezes tenho vontade de jogar do alto do prédio,do quinto andar, tudo aquilo que restou.
diversas vezes tenho vontade de falar às pessoas tudo o que eu penso delas,de dizer na cara as verdades enxergadas.
diversas noites tenho vontade de vomitar o jantar,de gritar, de chorar, de abraçar alguém bem forte.
diversas vezes tenho nojo quero me lavar, me despir dos problemas, me anular por algumas horas.
diversos dias me encontro em completo desespero,deitada no chão da cozinha, gelado,sentindo o próprio pulsar.
diversas serão as vezes que será preciso um recomeço,aprender de novo a sentir todos os prazeres
e todas as dores.
diversas vezes tenho vontade de falar às pessoas tudo o que eu penso delas,de dizer na cara as verdades enxergadas.
diversas noites tenho vontade de vomitar o jantar,de gritar, de chorar, de abraçar alguém bem forte.
diversas vezes tenho nojo quero me lavar, me despir dos problemas, me anular por algumas horas.
diversos dias me encontro em completo desespero,deitada no chão da cozinha, gelado,sentindo o próprio pulsar.
diversas serão as vezes que será preciso um recomeço,aprender de novo a sentir todos os prazeres
e todas as dores.
ok!
buscar o bem dos outros em detrimento do seu, é fazer-se desaparecer, adoecer e morrer em sua mente problemática, e aparecer para estes outros (aos quais achava que fazia bem, ou ao menos procurava fazer o bem) como megalomaníaco, com complexo messiânico e, surpreendentemente, ainda sim, egoísta.
(loucura é refletir sobre o refletir, ontologicamente e não empiricamente, e na [mesma] loucura que é tentar ser, aparentar ser, ser visto como e se ver como, buscar fazer o bem aos outros, nada mais é do que buscar satisfazer-se, plenamente.)
(loucura é refletir sobre o refletir, ontologicamente e não empiricamente, e na [mesma] loucura que é tentar ser, aparentar ser, ser visto como e se ver como, buscar fazer o bem aos outros, nada mais é do que buscar satisfazer-se, plenamente.)
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
'Cientistas dos EUA usaram como cobaias 5500 pessoas da Guatemala em experiências levadas a cabo entre 1946 e 1948.experiências em pessoas com algum tipo de deficiência,com prisioneiros e prostitutas. tais experimentos incluíam injetar o vírus da hepatite em pacientes com problemas mentais em Connecticut, espirrar o vírus de uma gripe pandêmica nos prisioneiros em Maryland e introduzir células cancerosas em pacientes cronicamente doentes. Muitas dessas histórias horríveis têm entre 40 e 80 anos, mas foram o pano de fundo de uma reunião realizada em Washington recentemente por uma comissão presidencial de bioética. A decisão foi tomada depois de um pedido de desculpas do governo, feito no outono do ano passado (no hemisfério norte) pelo fato de médicos federais dos EUA terem infectado prisioneiros e pacientes com doenças mentais na Guatemala com a bactéria da sífilis 65 anos atrás.'
"Mas eu vejo que está errado porque é contra a sociedade. Todos têm direito a viver e ser felizes sem serem batidos e anavalhados. (Alex)"
Laranja mecânica; Stanley Kubrick
mas conselho de verdade é o de tentar extrapolar seu contexto, sempre seguindo rumo ao que lhe acrescenta. alguém que, condicionado às piores situações imagináveis, age em desconformidade com isso e faz a coisa certa é, definitivamente, uma pessoa dona de caráter especialíssimo e digno de (pelo menos a minha) admiração.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Marcos Frata Rihl e Gabriela Raimann
o que é cabeça, o que é alma.?
as duas coisas estão irremediavelmente ligadas, sonho um dia separá-las, para quem sabe entender- como quem veste um jaleco branco e segura um bisturi - mantendo o paciente vivo.
para aqueles que nunca quiseram pouco...
com orgulho, admiração e saudade.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
há em você alguma coisa de mim. alguma coisa que eu vejo e me acalma. como se eu pudesse deitar de novo no lugar de onde vim, pois só você sabe que lugar é esse. então você me entende…e eu não me entendo tanto quanto entendo de ti.talvez isso seja amor. talvez não. seja lá o que for, é incondicional.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
dois pratos à mesa
gaabi diz (01:01):
uehaiheuaiheuahueiahehasue
cacete natalia
maldita
me fez te amar tanto assim
agora nem me servir de comida sozinha eu consigo
euehuiehuisheuiheiaseuiahseuisheuihease
terça-feira, 2 de agosto de 2011
the rolling stones - sympathy for the devil
sempre gostei dessa música. não pela "aura controversa", pela polêmica, mas por encaixar perfeitamente no contexto cotidiano.
infelizmente, o vilão da vez tem razão. a fome na áfrica não nos desperta. o conflito entre israel e palestina não nos desperta. guerras se tornaram rotina: líbia, iraque, iemen, israel, afeganistão... carnificina "procurada" por estados é de responsabilidade estatal: eles que se resolvam.
ou entao ficamos nos sofás de nossas salas, chocados, perplexos, revoltados...
enquanto isso, em alguma montanha desértica ou em uma mansão no paquistão, al-zahawiri deve estar pensando em como tornar suas ações terroristas mais eficientes e capazes de "despertar as massas"
enquanto isso, grupos de esquerda tentam fazer o mundo enxergar o quanto a direita pode fazer mal ao ser humano, e a direita faz de conta que isso não é problema dela.
não é nossa simpatia pelo desastre inesperado, é nossa inércia quanto a todo o resto. é nosso conformismo, o hábito de esperar que os outros mudem o mundo para que então mudemos a nós mesmos.
mick jagger percebeu e publicou: o diabo, o mau, está por aí, nos acontecimentos, atravessando os tempos, e conta muito com você....
odeio me sentir pressionada a escrever, e esse é um caso... nada fica muito bom quando escrevo assim... mais chega de adiar..
acontece que de "cantora - problema", amy winehouse foi promovida rapidamente à super diva por aqueles que tanto riram e condenaram seus escândalos. agora ela faz parte daqueles que morrem e são quase santificados, ganhou muitos fãs que não sabem muito além de rehab e não têm pretensão de saber. eu ao contrário sempre achei seu talento excepcional, inquestionável e lamentei por amy nao ter conseguido presentear o o mundo com tudo aquilo que ela poderia oferecer.
por favor, vamos esquecer o passado triste e problemático, o discurso sensacionalista relacionado às drogas,a “maldição” dos 27 anos. melhor aproveitar o que ela deixou para o mundo: suas músicas, sua voz, sua obra. infelizmente muita gente só reconhece agora todo o valor que amy sempre teve.
não julgueis...
ainda nao consigo escrever direito sobre isso...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
reconheço, estou a um passo do maldito inferno.
pronto para atravessa a linha que separa a sanidade da compaixão.
pronto para uma autodestruição bem-sucedida.
sinceramente, estou cansado de viver nessa superficialidade.
sempre negligenciando os erros, as dores, as incompetências.
afinal, sou mais um número no mundo. afinal, sou mais um no mundo.
afinal, o problema é meu. a esperança é minha. o azar é meu.
pronto para atravessa a linha que separa a sanidade da compaixão.
pronto para uma autodestruição bem-sucedida.
sinceramente, estou cansado de viver nessa superficialidade.
sempre negligenciando os erros, as dores, as incompetências.
afinal, sou mais um número no mundo. afinal, sou mais um no mundo.
afinal, o problema é meu. a esperança é minha. o azar é meu.
conceitos e suas transformações não acompanham o tempo das relações sociais. é complicado viver e existir nesse contexto cristão-ocidental quando se nasce com o desejo liberto. complica quando todas as coisas do mundo chegam a você distorcidas pela igreja.
porque não amar e respeitar o próximo? seria uma boa ideia né mundo?!
moral....
tem uma galera que se diz contra padrões e se padronizam nesse padrão contra padrões, usufruem o melhor da vida, no fundo todo mundo conserva essa maldita moral.
ser liberto é submergir de um oceano assassino.
o grande desafio é conseguir libertar todas as faces, os seres que lhe habitam de forma a encontrar uma harmonia espiritual alimentada por amor.
porque não amar e respeitar o próximo? seria uma boa ideia né mundo?!
moral....
tem uma galera que se diz contra padrões e se padronizam nesse padrão contra padrões, usufruem o melhor da vida, no fundo todo mundo conserva essa maldita moral.
ser liberto é submergir de um oceano assassino.
o grande desafio é conseguir libertar todas as faces, os seres que lhe habitam de forma a encontrar uma harmonia espiritual alimentada por amor.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
de mim contra mim.
há um monstro em mim
e ninguém pode ver.
sem chance de recuperação.(?)
talvez...
entretanto, ainda
entretanto, ainda
se esconde aqui,
excluindo-me momentaneamente.
tomando forma
é quando desperta rancoroso,
aplicando os golpes mais
baixos possíveis...
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sorrir
tenho pensado nessa força que alguns tem de se levantar
de sentir o peso do mundo
e ainda assim erguer-se
coragem
enfrentar o mundo de novo.
de sentir o peso do mundo
e ainda assim erguer-se
coragem
enfrentar o mundo de novo.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
"já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
(...)
sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nu
nunca será perda de tempo.
o essencial faz a vida valer a pena."
não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
(...)
sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nu
nunca será perda de tempo.
o essencial faz a vida valer a pena."
domingo, 17 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
síntese de tudo que minha vida tem exigido: menos drama, menos, menos drama, um guindaste com uma imensa bola de ferro para que eu possa destruí-la - e só assim construir tudo (de) novo, menos drama, uma passagem sem volta para Bangladesh, um mapa-mundi para que eu saiba onde fica isso e, enfim, menos drama.
nenhuma experiência é absorvida da mesma maneira no mundo, visto que um fenômeno é sempre apreendido por meio dos sentidos. neste processo de captura, a mediação feita por nossa subjetividade sempre interfere no processo final de entendimento e interpretação do fato...
-o que na minha opinião, pode vir a ser uma merda.
-o que na minha opinião, pode vir a ser uma merda.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Dois mil duzentos e oitenta e sete
é preciso que eu me renove. é preciso que eu caia somente na insanidade de existir sem clemência demente. sê forte no equilíbrio, me repito. sê suspiro domesticado de impulsos. sê sem ser senão uma sã clássica, todavia de uma sanidade completa da transfusão decorada, aprendida e consignada. sê significado consciente. sê corpo que não se desmente. sê puramente leve. sê material conciso da mente. sê só amor.
"It is no accident that you are reading this. I am making black marks on white paper. These marks are my thoughts, and although I do not know who you are reading this now, in some way the lines of our lives have intersected... For the length of these few sentences, we meet here. It is no accident that you are reading this. This moment has been waiting for you, I have been waiting for you. Remember me."
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sendo tão tempestade é quase impossível traduzir em ideias palpáveis esse buraco negro que carrego por dentro.
relaxa, baby, e flui: barquinho na correnteza. admiro a tentativa, Caio Fernando Abreu, mas me diz: dá pra fluir na correnteza quando você próprio é um mar em fúria? quando a conspiração desse universo te afoga? quando você tenta fincar raízes em um solo desconhecido e descobre que já é tão arborizado que não sobra espaço nem para o mirrado caule...
a gente tenta ser barquinho na correnteza todos os dias. e a gente também reza feito mantra: que seja doce. mas é amargo, querido Caio...
estou assim: barquinho naufragado na correnteza.
nenhum sobrevivente.
a gente tenta ser barquinho na correnteza todos os dias. e a gente também reza feito mantra: que seja doce. mas é amargo, querido Caio...
estou assim: barquinho naufragado na correnteza.
nenhum sobrevivente.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
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