'a intensidade não mata.
letal é a ausência, a apatia'
domingo, 29 de maio de 2011
noto, ao fim, que nunca haverá outro dia 27 de maio de 2011. sou tomada por uma animação quase infantil toda vez que percebo o óbvio, um misto de nostalgia carinhosa pelo que ocorreu há poucas horas e entusiasmo cretino pelo que há de vir. planos: amanhã, penso, dedicarei tempo integral para degustar as infinitas possibilidades assanhadas que a vida me oferecer. quanto ao dia de hoje, trancarei afetuosamente dentro de uma caixa devidamente guardada.em nós, nao só em mim.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
e o mais bonito foi quando ela descobriu.
que pudia ouvir e entender estrelas.
só quem ama pode.
aquele astral, bonito.
e foi assim. desde a hora que abriu os olhos.
teve certeza: hoje, seria um dia mágico.
coisas grandes, pequenas. algumas.
esse era seu maior prazer. redescobrir magias.
pequenas felicidades certas.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
"valer a pena" é tão relativo que mesmo que fosse padrão, ainda assim, seria meramente opção. a paixão é como a época de chuvas, ficamos agoniados que não tem, mas quando vem, só chega naquelas horas em que a gente precisa muito ir à outro lugar, (nos emputecendo nítido-devagar como o amadurecer de um morango).
o amor é mais simples, é nadar nu numa piscina gigante de bolinhas.
aceite.receite. aproveite.
nós fomos, somos e seremos sempre.
aceite.receite. aproveite.
nós fomos, somos e seremos sempre.
domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Laden Bin, rules.
don't want to be an american idiot
one nation controlled by the media
information age of hysteria
is callin' out the idiot america
welcome to a new kind of tension
welcome to a new kind of tension
all across the alienation
where everything isn't meant to be ok
television dreams of tomorrow
we're not the ones who're meant to follow
for that's enough to argue
-day green.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
não leio. não assisto. meus olhos querem fechar e evito cometer qualquer gesto que porventura possa me lançar ao irremediável sono. penso.
não falo sobre, também. não puxo este assunto. não tenho paciência para ouvir essa gente falar. desconsidero.
e quero dizer, esta é a parte boa: hoje sou livre de qualquer influência.
não falo sobre, também. não puxo este assunto. não tenho paciência para ouvir essa gente falar. desconsidero.
e quero dizer, esta é a parte boa: hoje sou livre de qualquer influência.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
sobre: nós.
"Aschenbach já dissera uma vez, (…) que quase tudo que existe de grandioso existe como um “apesar de”, ou seja, algo que se realizou apesar de preocupações e tormentos (. . .) de mil outros obstáculos."
terça-feira, 3 de maio de 2011
"não sei como me defender dessa ternura que cresce escondido e, de repente, salta para fora de mim, querendo atingir todo mundo. tão inesperada quanto a vontade de ferir, e com o mesmo ímpeto, a mesma densidade. mas é mais frustrante. sempre encontro a quem magoar com uma palavra ou um gesto. mas nunca alguém que eu possa acariciar os cabelos, apertar a mão ou deitar a cabeça no ombro. sempre o mesmo círculo vicioso: da solidão nasce a ternura, da ternura frustrada a agressão, e da agressividade torna a surgir a solidão. todos os dias o ciclo se repete, às vezes com mais rapidez, outras mais lentamente. e eu me pergunto se viver não será essa espécie de ciranda de sentimentos que se sucedem e se sucedem e deixam sempre sede no fim."
Caio Fernando Abreu preveu a minha mente um dia.
Assinar:
Comentários (Atom)












