quinta-feira, 28 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
reconheço, estou a um passo do maldito inferno.
pronto para atravessa a linha que separa a sanidade da compaixão.
pronto para uma autodestruição bem-sucedida.
sinceramente, estou cansado de viver nessa superficialidade.
sempre negligenciando os erros, as dores, as incompetências.
afinal, sou mais um número no mundo. afinal, sou mais um no mundo.
afinal, o problema é meu. a esperança é minha. o azar é meu.
pronto para atravessa a linha que separa a sanidade da compaixão.
pronto para uma autodestruição bem-sucedida.
sinceramente, estou cansado de viver nessa superficialidade.
sempre negligenciando os erros, as dores, as incompetências.
afinal, sou mais um número no mundo. afinal, sou mais um no mundo.
afinal, o problema é meu. a esperança é minha. o azar é meu.
conceitos e suas transformações não acompanham o tempo das relações sociais. é complicado viver e existir nesse contexto cristão-ocidental quando se nasce com o desejo liberto. complica quando todas as coisas do mundo chegam a você distorcidas pela igreja.
porque não amar e respeitar o próximo? seria uma boa ideia né mundo?!
moral....
tem uma galera que se diz contra padrões e se padronizam nesse padrão contra padrões, usufruem o melhor da vida, no fundo todo mundo conserva essa maldita moral.
ser liberto é submergir de um oceano assassino.
o grande desafio é conseguir libertar todas as faces, os seres que lhe habitam de forma a encontrar uma harmonia espiritual alimentada por amor.
porque não amar e respeitar o próximo? seria uma boa ideia né mundo?!
moral....
tem uma galera que se diz contra padrões e se padronizam nesse padrão contra padrões, usufruem o melhor da vida, no fundo todo mundo conserva essa maldita moral.
ser liberto é submergir de um oceano assassino.
o grande desafio é conseguir libertar todas as faces, os seres que lhe habitam de forma a encontrar uma harmonia espiritual alimentada por amor.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
de mim contra mim.
há um monstro em mim
e ninguém pode ver.
sem chance de recuperação.(?)
talvez...
entretanto, ainda
entretanto, ainda
se esconde aqui,
excluindo-me momentaneamente.
tomando forma
é quando desperta rancoroso,
aplicando os golpes mais
baixos possíveis...
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sorrir
tenho pensado nessa força que alguns tem de se levantar
de sentir o peso do mundo
e ainda assim erguer-se
coragem
enfrentar o mundo de novo.
de sentir o peso do mundo
e ainda assim erguer-se
coragem
enfrentar o mundo de novo.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
"já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
(...)
sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nu
nunca será perda de tempo.
o essencial faz a vida valer a pena."
não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
(...)
sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nu
nunca será perda de tempo.
o essencial faz a vida valer a pena."
domingo, 17 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
síntese de tudo que minha vida tem exigido: menos drama, menos, menos drama, um guindaste com uma imensa bola de ferro para que eu possa destruí-la - e só assim construir tudo (de) novo, menos drama, uma passagem sem volta para Bangladesh, um mapa-mundi para que eu saiba onde fica isso e, enfim, menos drama.
nenhuma experiência é absorvida da mesma maneira no mundo, visto que um fenômeno é sempre apreendido por meio dos sentidos. neste processo de captura, a mediação feita por nossa subjetividade sempre interfere no processo final de entendimento e interpretação do fato...
-o que na minha opinião, pode vir a ser uma merda.
-o que na minha opinião, pode vir a ser uma merda.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Dois mil duzentos e oitenta e sete
é preciso que eu me renove. é preciso que eu caia somente na insanidade de existir sem clemência demente. sê forte no equilíbrio, me repito. sê suspiro domesticado de impulsos. sê sem ser senão uma sã clássica, todavia de uma sanidade completa da transfusão decorada, aprendida e consignada. sê significado consciente. sê corpo que não se desmente. sê puramente leve. sê material conciso da mente. sê só amor.
"It is no accident that you are reading this. I am making black marks on white paper. These marks are my thoughts, and although I do not know who you are reading this now, in some way the lines of our lives have intersected... For the length of these few sentences, we meet here. It is no accident that you are reading this. This moment has been waiting for you, I have been waiting for you. Remember me."
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sendo tão tempestade é quase impossível traduzir em ideias palpáveis esse buraco negro que carrego por dentro.
relaxa, baby, e flui: barquinho na correnteza. admiro a tentativa, Caio Fernando Abreu, mas me diz: dá pra fluir na correnteza quando você próprio é um mar em fúria? quando a conspiração desse universo te afoga? quando você tenta fincar raízes em um solo desconhecido e descobre que já é tão arborizado que não sobra espaço nem para o mirrado caule...
a gente tenta ser barquinho na correnteza todos os dias. e a gente também reza feito mantra: que seja doce. mas é amargo, querido Caio...
estou assim: barquinho naufragado na correnteza.
nenhum sobrevivente.
a gente tenta ser barquinho na correnteza todos os dias. e a gente também reza feito mantra: que seja doce. mas é amargo, querido Caio...
estou assim: barquinho naufragado na correnteza.
nenhum sobrevivente.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
por: Marcos. que sempre sabe mais de mim.
Transição
Transição
Chega desse epitélio que transcende a minha bexiga
E aperta, estrangula
Rasga
Essa manhã fria
Esse cigarro
Esse vinho
Esse esse ou dois esses ou esse cê de uma redação das tantas redações que não servirão para nada a não ser para eu acreditar que elas servirão para alguma coisa.
E não servirão! [Maldito sentimento de dever cumprido que espera por um número. Um número! E às vezes com uma vírgula. Eu sempre odiei números!]
Que diabos estou fazendo e não fazendo e não querendo fazer?
Será essa transição necessária?
Será essa uma transição? [uma das?]
Chega, chega, chega!
Quero tudo
Mas não quero nada
Nada, agora.
Tira esse sorriso da cara!
Não te interessa!
Eu te mato!
Tira essa ervilha no meu prato!
Fumaça. Fumaça. Fumaça.
Essa fumaça que me embala em mais fumaça
Fumassa, fumassa, fumassa
Fumaça, fumaça, fumaça
Fumasça, fumasça, fumasça
[Metaplasia]
A transição da transição
E o futuro que não chega.
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