terça-feira, 12 de janeiro de 2010

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

eu vou te mata!

eu quero arrastar a tua cara no asfalto quente,
quero arrancar teus dentes com alicate
depois te bater com um taco de baseball até quebrar teus joelhos,
e quando tu tiver se arrastando e me pedindo perdão;
eu vou martelar tua nuca até teus miolos saírem pelo nariz!


...quem sabe assim tu aprenda que quem dita as regras desse jogo
sou única e exclusivamente EU... :D
oi! (:

(A)casos

uma conversa, um dia desses, me fez voltar a parar e pensar sobre as constantes coincidências em nossas vidas que convencionamos chamar de “acasos”. sim, esse é mais um devaneio existencial acerca do destino, mesmo sendo eu um cético de carteirinha que busca provar por “a mais b” que o futuro não existe até o momento em que se torna presente. porém, confesso que certos acontecimentos do cotidiano me fazem fritar os miolos e, muitas vezes, aceitar o acaso para fugir da discussão e seguir a vida. o que define o andamento dos fatos? é isso que, ultimamente, anda me fazendo pensar... e se as coisas não tivessem acontecido da forma como aconteceram? pense se, num dia qualquer, você estivesse em casa, indisposto, de pijama, e recebesse um telefonema de alguém intimando você a ir para uma festa. sabe aquela sua grande amiga que sabe como ninguém usar de artifícios – muitas vezes emocionais – para te convencer? pois é, é ela. você acaba, sem muita escolha, saindo e conhece o seu atual namorado ou o seu atual mais novo melhor amigo. eu sei que parece um pouco comédia romântica pastelona, mas não é o enredo que importa e sim a questão que ela implica: e se você tivesse ficado em casa aquela noite? ou pior: o que te fez levantar, tirar o pijama e ter se deixado convencer pelo convite?eu procuro fugir de certas respostas superficiais como “destino pré-determinado” ou aquelas famosas frases prontas – que eu, particularmente, odeio – como “estava escrito” ou “era para ser assim” e justamente por odiá-las é que escrevo esse pensamento. o que determina nossas ações e faz com que nossas vidas tomem os rumos que tomam? Acabo ficando perdido no meio da crença cega - quase que religiosa - no destino e o vazio profundo de acreditar na coincidência. as dúvidas permanecem e, enquanto as respostas não vêm, o que me resta é aceitar e aproveitar os meus (a)casos.

sábado, 9 de janeiro de 2010

king

happy birthday -75 -

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

new year!!

finalmente 2010! o último ano da década! sim, porque ao contrário do que muitos veículos publicaram no final do ano passado, a década não acabou. "o melhor álbum da década foi...", "o melhor filme foi...", calma lá pessoal! 2000 ainda era século XX! lembram das aulas de história no colégio? o século são os dois primeiros dígitos se o ano termina em zero. diferente de zero, soma-se um aos dois primeiros dígitos. logo, a década ainda não acabou! ainda bem que não acabou! que merda de década é essa que tem como ícones crepúsculo e lua nova na literatura e no cinema? não, me recuso a aceitar! por isso estou colocando tanta expectativa neste 2010 que começa. posso quebrar a cara, mas comprei a briga. quero muito acreditar que surgirá neste ano das profundezas de alguma garagem escura e barulhenta em qualquer lugar do mundo, um gênio da música que faça todos balançarem as cabeças para cima e para baixo! eu deposito todas as minhas fichas - que agora viraram créditos de cartão magnético - no promissor "alice in wonderland", do tim burton, para apagar esse borrão vermelho na história do cinema - e uma mancha de sangue irreversível na tradição vampiresca mundial. é por isso que não dou a década por encerrada! 2010 precisa nos salvar do marasmo cultural que estamos submersos. eu acredito. mas lembro que já estamos no dia 7. portanto, se mexam. sim, isso mesmo, na terceira pessoa. se mexam. porque eu continuarei aqui, com a bunda na cadeira, somente à espera das coisas. tem coisas que não mudam. mesmo depois de décadas. hahaha :D
09 de outubro de 1967 - Che Guevara é assassinado a sangue frio pelo exército boliviano.

'se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que
se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros'

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

pulando do alto de prédios


pela simples emoção da queda, ignorando conselhos e qualquer pensamento de consequência. meus ossos estão despedaçados. meu orgulho está despedaçado. e no meio desta dor auto-inflingida, eu queria conseguir ver aquela luzinha. aquela que nos diz "se não fosse por aquele momento ruim, você não estaria onde está agora". a idéia de um crescimento não passa de uma ilusão.é como se o meu mundo fosse um daqueles castelos de cartas, uma construção delicada, sem proteção contra o vento. e essa verdade que eu encontrei, não passou do mundo assoprando tudo. uma injustiça. igual a tudo na vida. me faz questionar a minha vontade de continuar nessa eterna briga comigo mesma. É um ciclo infinito de últimas chances. como se eu apostasse contra a minha própria sorte toda vez que me encontro num momento assim. que tipo de pessoa joga contra o próprio time e ainda espera ganhar? acho que é o emocional brigando com o racional. e o que sobra, é continuar. porque nessa briga eterna, um lado sabe o que se passa, mas do outro, sobra a esperança dos tolos. e é nessa que eu me seguro.
sabem quando tá tudo ok com as nossas pacatas vidas e, do nada, tudo começa a dar errado e dá vontade de chutar o primeiro passante? pois bem, daí, do nada, de novo, tudo muda comlpetamente e parece que o mundo conspira ao nosso favor.Acho que é nessas loucuras da vida que o ser humano se sustenta, se estrutura. ao vislumbrar o menor vestígio de monotonia e pacacidade nos desesperamos sem perceber e buscamos avidamente a emoção mais próxima. Seja boa ou ruim, desde que seja.
desde que seja.
desde que seja.
desde que seja.
seja.
seja.

hard times

o tempo às vezes é alheio
à nossa vontade.

deixar partir.

e eu que axei que você sempre ia ter aquele "encanto" sobre mim. pois é passou, e eu nem tinha percebido.. até te encontrar e ver que o mundo não parou como costumava parar assim que você chegava. sem te ver eu tinha a idéia de você, seu espaço, nós, e tudo que ja vivemos como uma coisa a parte que eu sempre teria que guardar comigo. não sei nem se é bom ou ruim, mas fico feliz de ver que a minha vida sem a sua vai muito bem obrigada e aparentemente a sua ta muito bem sem mim.. agora até agradeço por você ter passado, ter me feito feliz nos anos mais "fortes" da minha vida, ter me ensinado tantas coisas, ter levado tudo que levou. Desculpa não poder cumprir mais preciso me sentir livre sem ‘algemas’.

(;

Sobre ser negão no Senegal

Janeiro,

Eu te esperei tanto e você me desapontou.
Cadê minhas chuvas torrenciais?
Minha sombrinha continua sendo mais útil no sol que na chuva.
Os casacos estão fora do armário, mas por culpa dos cupins, não sua.
Janeiro, eu te odeio, não me ligue nunca mais.