domingo, 29 de novembro de 2009

sempre nós


what kind of world would it be without you?
i couldn't breathe without you here
what kind of world would i see without you?
i can't dream without you here...







não se iluda, não se perca, não se engane!
nada está do jeito que deveria, e nem assim
voltará a estar...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

seja como for

ou então deixe de ser.

e se tudo der errado?

Um ponto importante, crucial. É fundamental entender as razões, principalmente as próprias razões para tamanhos delírios. Analisar cada passo que dei, verificar e compreender as insinuações, os esquemas.Cada ação é justificável, assim como o desconforto e o prazer. Sensíveis ou não. As dúvidas de agora estão bem fundadas no passado, mas lembrar está cada vez mais difícil, esqueço facilmente de tudo. Lembranças tão claras e visíveis, desaparecem e reaparecem sem serem chamadas e é com assombro que me questiono, será apenas alguma outra história de minha imaginação? O que é real e o que não é? Mas que tipo de pergunta é essa?A realidade é óbvia e eu a vejo, sinto. A imaginação não, evidentemente pode ser sentida, mas a linha que separa o concreto da nuvem não é tênue. É gigantesca, e não tem propósito meu medo, minha insegurança. Certamente estou muito ciente, consciente e em total domínio de minhas capacidades intelectuais. Já esqueço a pergunta, a principal...

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

marsh

-feliz aniversário marsh-
je t'aime.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

não espere o tiro apenas mire


essa loucura por você esta me enlouquecendo, desculpa mais ainda por não ter coragem de te dizer isso e vir aqui escrever e pedir indiretamente que você leia. mais eu sou assim péssima com as pessoas, péssima com as palavras, péssima para o amor.
eu tentei não sei... te enganar, enganar os outros... mais me enganar não da!
e é por você, por mais dificil que seja, e se não for eu pra você e você pra mim; que não sejamos nada.
talvez eu seja só uma etapa na tua vida, e tu uma etapa na minha, talvez no próximo ano eu vou contar sobre você para o meu 'mais novo amor', rindo de histórias atrapalhadas que só nós sabemos viver, enquanto você corre atrazado para a aula, porque você precisa ver também o seu 'mais novo amor'.

domingo, 22 de novembro de 2009

start the game


frio-coberta-suor-mãos-sorriso
cigarro-pernas-cabelo-beijo
calor-cheiro-mordida-arrepio
risadas-música-preguiça-sono.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

você aguentaria conhecer minha verdade? pois tome, prove, sinta, eu tenho preguiça de quem não comete erros, tenho profundo pavor de quem prefere o morno. ~

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

breve

- visite quem você quiser, são ambos loucos. disse o gato
- mais eu não ando com loucos, ‘observou Alice.
- oh, você não tem como evitar, somos todos loucos por aqui. eu sou louco. você é louca
- como é que você sabe que eu sou louca?
- você deve ser disse o gato, senão não teria vindo para cá.’

milk

em horas como essas eu agradeço por ser quem sou, e por preferir me arrepender do que não fiz
- afinal, o que ainda não foi feito tem uma chance -
bem melhor do que tentar limpar o leite derramado. [:




terça-feira, 17 de novembro de 2009

8h15min

Oito horas e quinze minutos da manhã. Esse era o horário que os relógios marcavam em Hiroshima quando a primeira bomba atômica explodiu, em 6 de agosto de 1945. Ao todo, 210 mil mortos e um número incalculável de feridos.
Oito horas e quinze minutos da manhã de um dia qualquer. Saio de casa e, antes mesmo de virar a esquina, vejo meninos pedindo dinheiro na rua.
Oito horas e quinze minutos. Escuto uma freada de carro. Urros e vozes masculinas discutindo para achar o culpado do acidente que causa um congestionamento de muitos quilômetros.
Oito horas e quinze minutos. Uma menina de apenas 14 anos joga-se da janela do seu apartamento, a 20 metros do chão. A multidão observa curiosa, e alguém chama uma ambulância.
Oito horas e quinze minutos. Um casal de namorados discute. A mulher chora, desespera-se. O homem a acusa, grita palavras rudes.
Oito horas e quinze minutos. Uma jovem esbarra em um senhor, que ignora seu pedido de desculpas e reclama da falta de educação desses adolescentes. O sorriso dela transforma-se rapidamente em um olhar cheio de rancor.
Oito horas e quinze minutos. Acontece o tempo todo, todos os dias.
As crianças aprendem no colégio a história da Segunda Guerra Mundial, mas raramente refletem sobre ela. Não pensam nas reais causas da guerra, em como foi possível tamanha desumanidade. Não pensam na aproximação dos horrores cometidos em tempos difíceis com os pequenos atos de grosseria que exercemos todos os dias. Não só as crianças não pensam nisso, como os adultos também não.
Jogar a bomba sobre o Japão, forçando o país a se render, é a catarse de um processo muito maior. É o resultado final da falta de preocupação com os outros.
Se não achamos um absurdo fechar o vidro do carro no sinal, para não termos que olhar os moradores de rua, como podemos julgar um país que mata milhões de pessoas inocentes por um motivo besta?
No fim das contas, tem tudo a mesma lógica.

trabalho: segunda guerra mundial
Faça amor, não guerra

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

you're dating someone?

até que a morte nos separe.

domingo, 15 de novembro de 2009

:D

as coisas de repente perderam o sentido, não sei certo à quanto tempo; me sinto estranha, pra falar bem a verdade pouco me lembro do tempo em que sentia frio na barriga, mãos suando, e palpitações.
Essa indiferença não me espanta mais, até acho útil...
Passei a não me importar mais com pensamentos alheios, me tornei alheia aos meus pensamentos.
Nem dor, nem saudade, nem alegria...
não sinto mais a tua respiração antes de dormir.
e nem quero outra vez sentir.

Sentimentalismo para quem precisa usa-lo...



Seja pro que for, eu não quero.O que se sente não precisa ser posto em palavras que formam frases clichês só para ser entendido. Quem ama, ama e ponto. ama num olhar num abraço num aperto. Quem ama por inteiro se faz entender um gesto , ou até no silêncio.

O frio ama tanto quanto o explicito. Ama por completo, mas por dentro, sentimentalismo sufoca. Amamos com a cabeça, não só com o coração. O coração é egoísta e exige de volta tudo o que oferece, mesmo que por esmola. A consciência cala e ama enquanto houver reciprocidade espontânea.


amor dor dinheiro fome drogas planos
noites manias despertador cigarro ódio
dia cabelo idéia insonia sexo mau humor
culpa música religião pessoas nostalgia.

sábado, 14 de novembro de 2009

hello stranger

para começar bem...