quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

sobre o que ser:

diálogos incansáveis de o que importa é conteúdo, não só uma página de orkut bem organizada mostrando todo seu conhecimento pseudo-cult ou qualquer outra página na internet que se expõe suas idéias e/ou idéias dos outros. o conteúdo dá-se quando você sem telas flat e google, exista um diálogo construtivo (ou não) mas um diálogo, não monólogos. não venho por meio deste pedir horas de conversa sobre teorias da vida,- Freud explica - , que a felicidade não vem dentro da fluoxetina ou muito menos venho pedir que saibam o nome do primeiro episódio animado do batmam dos anos 60 (mas para somar ao pseudo cult é: o charada é uma charada (: ) a intenção mor é achar seres vivos com capacidade cerebral expansível. menos garotas que só falem de shopping, frustrações e o quanto a nova namorada do ex é tosca e garotos que não sejam só futebol, mulher e cerveja. personalidade, ser o que somos. sei que ser o que se é as vezes é difícil, Bandura diz que: as nossas células-espelhos são especializadas em imitar, assim afetando nosso comportamento. dado isso "copiamos" sem perceber, copiamos posturas, idéias e ideais que por alguma razão achamos certo. a prova disso é que aprendemos a falar, ouvindo. então porque não nos espelhamos em bons adjetivos? podíamos todos sermos não superiores mas sim menos fúteis, mais conteúdo real.

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