e confesso que não quero saber dele tanto. sei bem o quanto perigoso é arranhar as paredes que construo. os muros sempre têm um propósito de existir, e os meus não são como os de berlim. são muros de proteção, não de separação. são as paredes da minha (in)segurança. aqui tem até arame farpado; vai que eu resolva que quero pular pro outro lado. ..
das certezas que me restam, creio em uma: serei forte.sempre e paradoxalmente forte.
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