durante a queda, procurou algo em que pudesse se agarrar. era necessário agarrar-se a qualquer coisa, numa tentativa de salvar-se. mas os olhos estavam inebriados pela sensação de ver mil coisas ao redor de forma completamente inesperada, a queda proporcionava-lhe uma sensação de liberdade e vivacidade surpreendentemente atraentes. tinha que se segurar, mas preferia continuar caindo...
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