quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

hã?

levo olhos tamanho-mundo, ânsia de caminhos, noites aqui, rumor de passos e prosas, porque andando e falando se chega, chegou-se. chuva de risos, alegria de um povo, voo de notas que dançam sem saber, verbos quase-confidências, quase-carícias, saboreados sem pressa, sem mais, saboreados, apenas. ali no espaço da cidade, entre as ruas modestas da península, eternas de tanta tranquilidade, tanta folha que voa pelas calçadas, tanto ano soprado entre os braços, ali onde o a noite me encontra...

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