sábado, 26 de março de 2011

não me pergunte o motivo. perderia meu tempo, sua companhia e meu cinzeiro iria se encher a cada minuto. achar explicações? deixo a cargo do que me faz mal, do que me faz mais poeta. eu não sei e desejo que se fodam todos que buscam na fatalidade a felicidade. fatalidade é um piano caindo sobre minha cabeça ou uma garrafa de doze anos ao chão. ninguém morre de amor, mas viver dele me é fundamental. se não o tenho, uma ypióca faz bem o papel. enfim com tantos outros "enfins", eu gosto de ti e lhe respondo com qualquer blues, com qualquer tango ou um samba de quatro notas. se preferir, um rock de sessenta e seis já é o suficiente. de repente tenho mais cinco minutos e ainda tenho tantos outros cinco minutos pela frente...

Nenhum comentário:

Postar um comentário