à
s vezes queria jogar sozinha roleta-russa. um revólver pesado encostado na cabeça. não é que eu queira morrer, entenda, só queria achar, por um segundo, que o acaso, que seja o acaso, que seja o destino, que seja algum deus improvável, que algo me quer viva. me precisa viva a ponto de eu engatilhar e atirar e permanecer respirando. :)
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