sábado, 23 de abril de 2011

o anexo:

De como as palavras não tem utilidade.


Como traduzir o engulir seco de saliva
O espanto das SINTAxes
Os contrastes, os nonsenses que escondem os mais simples e intraduzíveis sentimentos?
E aquela vírgula que não faria sentindo se não estivesse não fazendo sentido?

As sinapses são silenciosas, rápidas.
Como colocar no papel, naquela simbologia escrita em que faltam palavras e sinais gráficos, algo tão complexo, incontrolável, algo não-algo?
O que foi pensado não está dito.
Alegra-te!
O intraduzível
Existiu.

“Muita coisa importante falta nome.” [GR – GS:V]

-MFR.

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